o espaço das minhas coisas

Quarta, 20 de Fevereiro Meus escritos por Flávio Rezende

Posts diversos

Incrível a semelhança dos fanáticos pelo 17, e dos loucos pelo 13.
A cada dia as mesmas crenças, desculpas, acusações estapafúrdias. 
Considero o site O Antagonista um dos baluartes da vitória, com o 17 agora atacando o mesmo.
Incrível isso. Tiro no pé. Assim, com pouco tempo de governo os inimigos naturais ficam fortes e vários amigos estão se afastando e outros sendo encanteados. 
Ou o governo entra nos eixos ou a crença de ver inimigos em tudo e todos destruirá laços, alianças e afundará esperanças. 
Que situação, rapaz...

Num dia Bebianno está muito chateado com 17. No outro está mais calmo. Depois não quer nada. Após pode ser embaixador. Assim é com muitas coisas na vida de cada um de nós.
Na minha tem muito disso.
Sabe o que muda? A noite, o sono.
O juízo fervilha, entra em ebulição, aí vem a divisão, nela os neurônios relaxam e ao amanhecer a separação vira nova oportunidade, a chateação vira compreensão, a discórdia uma provável conciliação.
Eis a sabedoria divina. No black da pálpebra a quebra do avanço do problema, o portal para aconselhamentos do alto, o renovar, refluir, repensar, mudar...
Que situação, rapá...

 

Domingo, 10 de Fevereiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Pipa - a fotografia qualifica a existência -

Numa viagem mais longa, onde objetos um pouco inacessíveis ficam mais próximos, decido a um preço razoável, adquirir uma CANON REBEL e minha vida, já muito dinâmica e animada, pegou pressão e subiu as cucuias do êxtase divino, com cada deslocamento imantado de novos significados na medida em que, além de estar sempre em satsang (boas companhias), passei a ter a empolgação da eternização do que os olhos observam e podem ser qualificados, em megapixels, nos arquivos e mídias sociais, disponíveis por aí. 
Quando mergulhamos no mundo do amor à fotografia, passamos a ver a vida de maneira diferente. O olhar usual, normalmente utiliza sua funcionalidade para evitar acidentes corriqueiros, dominar percursos, ultrapassar barreiras, obter prazer relativo. 
O fotógrafo apaixonado vê cada flor, paisagem, ângulo interessante, detalhe, luz, movimento, como algo a ser valorizado, importante, daí o clique ser o passaporte para a criação de um banco de dados mundial, cósmico, das coisas boas do planeta - e das ruins, das coisas todas, sendo o agente disso o guardador mor, o arquivista, aquele que eterniza, passa para a frente, memoriza e dá sentido à nossa permanência e existência neste belo espaço terráqueo. 
O fotógrafo quando anda e observa sente prazer em ver relevância em algo, sente regozijo em dar o melhor de si numa boa foto, agradecendo sempre a câmera pela parceria, tendo amor pelo objeto alvo e pelo meio que ajuda no processo finalizador. 
Sendo assim o fotógrafo é amante, poeta, jornalista, escritor da imagem, um ser ativo, criativo, necessário, arquivista, realista, mágico, imaginário, divinizado. 
Num mundo cada mais avesso a leitura, quem pare imagens cria filhos, gesta vida, oportuniza continuidade. 
Luzzzzzzzzzz.

Flávio Rezende aos dez dias, segundo mês do ano dois mil e dezenove. 12h49.
Praia da Pipa.

Quarta, 06 de Fevereiro Meus escritos por Flávio Rezende

Cores de Krishna põe Atmadas no palco do Praia Shopping

Animando o Polo Ponta Negra com cânticos do Hare Krishna e colorindo o carnaval com as variadas cores das vestimentas indianas, o Bloco Cores de Krishna vai promover uma prévia na praça de eventos do Praia Shopping, sábado, dia 16, a partir das 17h, com acesso livre, tendo como atração a banda Atmadas.
A banda é um coletivo de músicos que reúne suas experiências para desenvolver um trabalho com característica word music, de ritmos variados, optando no show da prévia do bloco pelo "Mantracatu", ritmo pernambucano que mescla frevo, maracatu, samba reggae e afoxés, focando na alegria do carnaval.  
A Banda Atmadas é formada por Alexandre Atmarama, Carlos Zens, John Fidja, Nitay Chand, Alexandre Rache, Vrindavana Dasa, Filipe Felix e Gleidson José.
O bloco Cores de Krishna sai no sábado de Carnaval, dia 2 de março, concentrando a partir das 15h na Samosaria Hare, e desfilando na Praça dos Gringos até 19h.
O bloco é dirigido pelo escritor e jornalista Flávio Rezende, músico Nitay Chand e pela empresária Radha Gopali.
Mais informações pelos fones 9.9902.0092/9.9637.6680 ou 9.9677.5032

Segunda, 04 de Fevereiro Meus escritos por Flávio Rezende

Foto do dia

Em Ponta Negra sábado, numa Canon Rebel, vendedor de coco descansa a mão direita no produto que dá sustento a sua vida.

Terça, 22 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Atualização criminal, por Flávio Rezende

Nos primórdios da existência o homo sapiens começou a cometer delitos e, ao passar do tempo, ao optar pela vida em comunidade, as infrações foram sendo punidas de maneiras diferentes.

As punições mais antigas contemplam agressões por artefatos como armas brancas, tacapes, flechas, evoluindo para armas de fogo, até que a chegaram aos crimes de guerra e os contra a humanidade, que podem ocorrer tanto nas guerras, como em tempos de paz, dando como exemplo assassinatosmassacresextermínioexperimentação humana,  esquadrões da morte,  seqüestros, prisões injustas, estuproescravidãocanibalismotortura e repressão política ou racial.

A inexorabilidade temporal vai agregando a nossa existência novas vivências que possibilitam novas práticas criminosas, exigindo do conjunto dos seres, avaliação para atualização permanente dos mecanismos punitivos, visando sempre inibir essas ações, mantendo assim mais humana a coexistência pacífica entre os seres que levam a uma vida sadia e respeitadora do quadrado alheio.

Nesta passagem apareceram os crimes virtuais, oriundos do vasto universo que a internet oferta, com pessoas ofendendo as demais via espaços midiáticos, incitando terrorismo, expondo crianças nuas, chegando os diversos países a atualização de suas leis, para que os criminosos desse novo espaço tenham suas atividades punidas e seus atos criminalizados.

Os crimes de trânsito também foram tipificados, existindo ainda muita malemolência com motoristas que matam utilizando seus carros como meios para este fim, mas é correto concluir que já houve muita evolução neste campo.

Estes dias assisti um vídeo dando conta de muitos chineses mortos no trânsito e em acidentes triviais, pelo fato de estarem manuseando aparelhos celulares de maneira aluarada.

Não vai tardar para que tenhamos que legislar sobre isso. Pessoas estão sendo abandonadas da convivência por causa dos casamentos entre muitos seres e seus aparelhos. Pessoas atropelando sem querer muitos por causa de displicência, ficando depressivos e carregando peso na consciência por estes eventos; pessoas vivendo totalmente fora da realidade tradicional, deixando filhos órfãos, esposas sem assistência e negligenciando o trabalho, etc.

São tantos os problemas que estão sendo causados, que não tardará a criação de penas para esses viciados e escravos das maquinas supridoras de necessidades diversas.

Que situação, rapaz...

Domingo, 20 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos de Ponta Negra - tem coisa que atrai -

Acordo cedo e disposto e depois da fumegada no café, da manga espada e do pão integral com queijo branco, uvas passas e tomate, parto para adquirir esperança do Natal Cap na padaria do gringo e desembarco em Ponta Negra devidamente acompanhado por minha nova amiga, a Canon EOS Rebel T6, numa parceria que revela ângulos bem nítidos da amada e querida praia, agora devidamente eternizada em esforçadas fotos de retratista amador.
Trazendo para perto numa operosa angular as paisagens e movimentos animais e humanos, percebo que a máquina é uma fábrica de amizades, uma vez que chamando atenção, sempre provoca alguma situação. 
Já me perguntaram várias vezes se tirava fotos para vender e queriam o serviço. Fiz as fotos, não cobrei nada, mandei por zap e ganhei amigos.
Um embaixador aposentado. Papeamos uma manhã toda sobre os países onde trabalhou. Amou as fotos.
Outro um bebum mossoroense andarilho, papo aprumado mas com bafo de destilaria, filosofou, chorou, contou agruras, desventuras e saiu com um trocado para por aí papear mais. Sobre a foto pediu que tirasse e ao mesmo tempo que não publicasse. 
Tem os que temem as fotos, perguntam o objetivo. Tem os que posam, os que fogem, os que nem sabem.
Fotografar vicia, passamos a olhar tudo como se lentes fôssemos. 
Portar uma máquina diferenciada é atração de papo, amizade ou insatisfação. 
Estou dando os primeiros passos. Observo, aponto, clico. 
No meu Facebook Flávio Rezende tenho álbuns sobre Ponta Negra, Natal e viagens que faço. 
Essa arte agrega alegria, imprime emoção, satisfação, promove novas amizades, oportuniza fazer o bem, oferta às pessoas fotos legais para suas existências. 
Um barraqueiro confessou que trabalha em Ponta Negra há mais de vinte anos e não tem uma foto de suas barracas.
Não tinha. Agora tem delas, dele, dos seus colaboradores e clientes. 
Eu ganhei um amigo.  
Como amo fotografar. 

Flávio Rezende aos vinte dias, primeiro mês, ano dois mil e dezenove.10h43.


Uma semana maravilhosa para todos 

Segunda, 14 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Posts diversos

O que os bandidos fazem no Ceará é terrorismo.
É preciso pegar em armas e partir para a guerra com as regras que uma pede.
Fora disso é dar corda para só um lado agir mais fortemente.
É preciso guerrear, partir para cima desses demônios. 
Que situação, rapaz...

Uma pessoa jura de pés juntos que ouviu Luciano afirmar num programa de TV, que sua esposa Angélica nunca, em tempo algum, liberou flatulências em sua presença. 

Vai ver que ela teme ele ficar verde e virar Hulk. 

Que situação, rapaz...

Andando na praia observo uma jovem que inseriu em suas nádegas um prolongamento - Deus sabe de que material, ocasionando uma sobrebunda de uns 25cm.

Ao sentar num cinema, avião ou sala de aula, a bunda ficará ok, mas ela obrigatoriamente ficará fungando a cucuruta de quem na frente estiver.

Fico imaginando os restos mortais dos seus almoços e jantares, o longo percurso até a libertação. 

Que situação, rapá...

A própria obra divina, genuína e de fábrica, já produz uma variedade incrível de seres em tamanhos, cores, formatos, tendo agora, com modernas técnicas de preenchimento, endurecimento, modelamento, ajustamento, empinamento e outras mais, proporcionado o surgimento de seres muito esquisitos. 

Andando agora na praia tenho observado cada nova produção. 

Bom, é melhor a gente já ir se acostumando. 

Começa já a temporada de implante de chifres de boi nas cabeças, pés de pato substituindo tênis e olhos de águia em nossas caixas oculares. 

Tanto amor pelos animais ultimamente, só falta casamento e fusão . 

Que situação...

Bolsonaro se elegeu sem dever nada a nenhum amigo. Sua eleição teve esse mérito.  Não acho certo indicações por amizade. Já basta o tempo de Lula, onde sua amante Rosemary conseguiu nomear os irmãos e outros parentes para cargos relevantes. 

O PT não tem moral nenhuma para criticar. Indicou para todos os cargos imagináveis os melhores amigos e militantes, por isso é preciso consertar estragos imensos na estrutura pública. 

A escola do PT não pode prosseguir. O resultado é uma tragédia. 

Estamos de olho 17.

Que situação, rapaz...

Leio no Blog do BG que a Semurb apreendeu várias faixas na Zona Norte.

Aqui em Natal tem um expert em arranjar casamentos, dinheiro, emprego, que já emporcalha a cidade faz anos e anos e nunca para. 

Seus anúncios sem autorização estão com telefone e tudo em viadutos, postes, divisórias, barreiras, muros, vigas, Via Costeira, BR 101.

Caso esse devoto de Oxóssi já tivesse sido multado duvido que voltasse a sujar Natal. 

Será que o adivinho de araque é invisível a fiscalização, mesmo com presença tão ostensiva em todo lugar?

Que situação, rapá...