Domingo, 12 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

Feliz Dia dos Pais

ATENCÃO É O PRESENTE

 Hoje é o Dia dos Pais. Como pertenço a uma classe privilegiada no Brasil, a dos pais que já tem muitos objetos, roupas, fiquei pensando que nesse dia tão especial, essas coisas de presentes materiais são puro passatempo, às vezes até uma mera desculpa para haver de fato, um contato físico entre pais e filhos, afinal não se entrega presente por e-mail e tampouco por zapzap, a não ser que exista distância geográfica, ou de afeto mesmo, estando à relação no modo: virtual.

Meu papai já partiu há alguns anos, e o mesmo já estava aposentado fazia um bom tempo, necessitando na verdade era de nossa presença e do nosso carinho. Relembrando ele, fiquei pensando nos demais. A pessoa envelhece, sua maneira de pensar começa a bater com a contemporaneidade, o ser começa a ficar calado, sua forma de ver o mundo já está ultrapassada, suas opiniões colidem com a dos netos e até filhos, o sujeito encontra dificuldade de locomoção, evitando assim sair mais de casa, o camarada não se acostuma ao trânsito caótico, se assusta com os ladrões, se chateia com o cartão no lugar do dinheiro, dos óculos no lugar dos olhos nus, daquilo mole substituindo aquilo firme, enfim, lentamente o idoso vai mergulhando em seu próprio mundo, evitando discutir, polemizar, bater de frente com a família.

Diante da situação, no dia dedicado aos pais, a grande maioria não quer mais saber de perfume, sabonete, talco, camisa de grife, cruzeiro pelas ilhas gregas, carro do ano, lembrancinhas, cartões, cervejinha e nem sandália pompom, o que os pais mais antigos desejam é a tal da atenção, a presença física, o cafuné.

Tive uma relação com meu amado pai intensa. Desde que nasci que grudei nele e assim fiquei até seus 89 anos, quando partiu. Estivemos juntinhos, apegados, curtimos juntos viagens, filmes, jantares, almoços, cirurgias, casamentos, congressos, trocamos confidências, opiniões e fomos juntos ensinando e aprendendo, convivendo, falando e ouvindo, trocando experiências, rindo, contando piadas, mergulhando, subindo, descendo, avaliando, contando sobras, lamentando perdas, enfim, com meu pai fiz o que adoro que façam comigo: companhia, atenção, amor, eis o verdadeiro incenso, mirra e ouro que todos merecem.

Te amo papai.

Flávio Rezende

Feliz dia e vida a todos os papais

Sábado, 11 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma - saudade do pai e curtindo ser pai

Acordo cedo, feliz e ansioso. Fumegando o café na prensa francesa e montando o pão integral com queijo branco e uvas passas, fui lembrando do frisson de Mel para o dia de hoje.
Suspeito que em seu colégio terá um evento. Ela deve dançar, me dar algo e revelar amor.
O dia por isso, já começa com forte tendência a emoções fantásticas e momentos luz.
Na verdade eles já começaram. Ontem ela, Gabriel e Deinha, ordenaram que eu ficasse vigiando umas coisas adquiridas. Tenho forte suspeita que essa saída a três, tenha sido para uma assembleia democrática sobre o que agregar materialmente ao meu viver.
Enquanto eles decidiam esse babado, fiquei no café São Braz do Natal Shopping pensando em papai.
Dia passado sonhei com ele. Foi significativo. Ele me levou a uma festa. Eu o deixei e sai andando até me sentir perdido. Olhei ao redor e não vi mais ninguém, até pensar: papai cansou de esperar e partiu. Decidi andar um pouco mais e todos apareceram, inclusive papai. Ele estava lá, sozinho, sorrindo como sempre e juntos voltamos.
Papai já partiu, mas não me sinto só. Certamente ele está me esperando. Sinto que sempre estaremos juntos.
Mel, Gabriel e Deinha foram ali e voltaram cheios de mistérios, mas não conseguiram esconder nos beijos e abraços da volta, que nunca me deixarão só.
Neste domingo eles podem me deixar mais cheiroso, bem vestido, mas o melhor presente será sempre a companhia, a vocalização do amor, a materialidade do abraço.
Para o evento de hoje Mel pediu para eu vestir uma camisa que está escrito: Pai Nota 10.
Quando ela estiver dançando, fazendo meu coração igualmente bailar, estarei também enviando a meu papai no céu a mensagem estampada na camisa.
Papai você sempre foi e será Nota 10, e na festa da vida, sei que nunca me deixará.
Te amo papai. Te amo filhos.
Aos demais papais e irmãos pais: luzzzzz.

Flávio Rezende aos onze dias, oitavo mês, ano dois mil e dezoito. 6h40.

Mais no www.blogflaviorezende.com.br

Sexta, 10 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

O VOTO DO PARALELEPIPEDO

 A esquerda tem a sua disposição um exército de teóricos, todos com pós-doutorado nas melhores universidades do planeta, moradores de belas casas e portadores de modernos celulares, mas tão burros quanto os pobres que acusam não ter capacidade de discernir, quando anunciam voto em Bolsonaro, Marina ou Alckmin.

O pelotão acadêmico da esquerda, ávido em suprir os dirigentes partidários com teorias e filosofias cheias de citações e referências, está apartado do povo e caminha na velocidade da Fórmula 1 para a ruptura total.

O voto do asfalto, pavimentado por essa esquerda universitária, empondera  WC democrático, Jesus viado, Estado máximo, estatais ok, bandidos vítimas da sociedade opressora...

O voto do paralelepipedo vê o filho que divide o celular em 24 vezes ser roubado e o ladrão sair na custódia do bem; estuprador responder em liberdade enquanto sua filha chora sem vontade de viver; o transporte demorar; o remédio faltar; a escola fechar por causa de balas e a panela esvaziar.

O eleitor real, formado pela grande maioria do povo brasileiro, não quer saber de esquerda, direita, coxinha, petralha, opressor, oprimido, quer é transporte coletivo eficiente, SUS operante e bandido preso, além de polícia presente.

Os partidos de esquerda cumprem a agenda acadêmica do papo filosófico, por isso estão perdendo espaço no mundo todo. As pessoas com seus problemas reais, sendo visitadas por estrangeiros que chegam aos montes, roubados, estuprados, explorados por políticos que se diziam representantes deles e, a esquerda, querendo acabar com as prisões, defendendo protelações para quem rouba, atacando o judiciário, ofendendo a lei, deturpando o processo legal.

E quando chega a hora de debater, chama de burro quem não aceita mais sua interminável lorota, de fascista quem se opõe as suas propostas de censura, regulação e privilégio de ladrões já condenados, entre centenas de outras coisas mais.

A esquerda emburricou tanto, se tornou tão abstrata, universitária e distante dos reais problemas do povo, incoerente e absurda, que até na hora de fazer uma greve de fome para um objetivo concreto, colocou para a ausência de alimentos, seis bois de presépio, tornando risível e explícita sua verdadeira filosofia: vai lá Zé Mané, tu fica com fome e eu vou ali no Fasano me fartar.

Que situação, rapá...

Segunda, 06 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma - amor existencial

Quando olho o céu, sempre fico feliz. Geralmente azul, tenho predileção de curtir como ele está em todo lugar que vou. Às vezes mais e às vezes menos blue, ele até cinza faz bem, pois se assim está, água que é bom vem.

O sol é um lance super, hiper, legal. Adoro sentir sua presença na pele e o resultado depois. Geralmente me acho mais bonito bronzeado. Sua presença realça as cores, empresta clareza, boa visão, torna os passeios felizes, os dias iluminados, a vida pulsa com seus benfazejos raios.

A terra é vasta, querida, segura. Andando por sobre areia, barro, pedras, planícies e planaltos, montes e montanhas, recebemos aquela energia da casa onde estamos, e moramos, e amamos pertencer.

O ar suaviza, inebria, acalma o calor, realça o frio, faz passar o que precisa, nos traz o que vem de lá. O ar, maravilhoso seu estar, chegar, partir.

A água é meu símbolo maior. Nela mergulho, seja salgada, doce, personificada em rio, mar, lago, chuveiro, piscina, com qualquer moldura, espaço ou temperatura, é bálsamo, remédio, sempre exemplar.

Temos acima, abaixo, ao lado, por todos os cantos e recantos, imensas oportunidades de felicidade, basta perceber que está dentro de nós o ponto de partida para essas pontes, o acender do interruptor da alma para essas conexões.

Se está triste, deprimido, não percebendo muito sentido em nada, te receito o sol, a terra, o ar, o mergulho no mar.

Se aceitar, vai divinizar, brilhar, esbaldar, rejuvenescer, viver, realmente amar.

Luzzzzzzzzzzzzz

Quarta, 01 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

VIOLÊNCIA É SOLTAR BANDIDO

Já tenho certa idade e a conversa bonita que bandido tem jeito, não consegue encontrar amparo na realidade faz muito tempo. Como o tempo passa e não conseguimos construir um bom sistema educacional e tampouco implementar boas práticas de reeducação penal, não tem outra solução a não ser colocar em cana quem não presta.

Cada vez que vejo algum cabra ser preso, e depois ser solto, receber uma chance e coisas afins, digo internamente: ele se deu bem, enquanto muita gente vai se dar muito mal. O incrível é que enquanto o tal sistema sempre consegue um olhar complacente para o meliante, alguém efetivamente de bem vai pagar o pato.

Perceba que a ficha criminal de muitos que são presos revela uma intensa atividade criminal, veja também que em vários momentos eles foram liberados em audiências de custódia, receberam algum benefício, então fica patente, claro e mais que óbvio, que todas as vítimas desses sujeitos nestes pós benefícios, tomaram na tampa e se lascaram na perda de objetos, geração de traumas, choros, sufocos, aperreios e, o pior, muitos perderam a vida ou assistiram parentes queridos, filhos, pais e mães, perderem, por estas pessoas estarem mais uma vez soltas, sendo claro para a maioria, que não estavam recuperados e nem a fim de estar.

Enquanto esse mundo desejável, esse sistema prisional ideal e essa tão decantada e necessária educação redentora, não saem dos planos, projetos, poesias e discursos, precisamos mesmo é de muitos presídios, cadeias, poucos benefícios e muitas providências para que nenhum desses cabras de peia possam sair por ai, fazendo cada vez mais vítimas, infernizando nossas vidas e causando todos os tipos de problemas - como se já não tivéssemos muitos para administrar depois de vários governos petistas, onde esse olhar carinhoso para os ladrões tomou vulto, além de toda uma narrativa em prol de muitos direitos para quem não presta e, muitos pedidos de calma e paciência para nós, as vitimas desses bandidos desalmados e cada vez mais violentos.

Chega de hipocrisia e conversa fiada, mais cadeias e menos benefícios já, até que um dia, quem sabe, possamos ter essa tal educação maravilhosa e bandidos arrependidos.

Quarta, 01 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

PARA SEMPRE...

Adoro curtir cinema e junto com minha esposa estamos sempre observando a telona, onde desfilam dramas, romances, ficções e filmes infantis, tendo este escrevinhador preferência, pelas películas que revelam eventos reais ou biografias.

Para meu agrado assisti semana passada PAULO, APÓSTOLO DE CRISTO, onde “Lucas arrisca a vida para visitar Paulo, que é mantido encarcerado numa prisão romana sob o comando de Nero. Juntos, eles lutam contra um imperador determinado e as fragilidades do espírito humano para viver o Evangelho de Jesus Cristo e levar sua mensagem ao mundo”.

Gostei muito do filme, principalmente pelo fato de ver a fé daquelas pessoas, muitas das quais terminaram sendo jogadas aos leões.

Esta semana começou no Cinépolis um filme igualmente religioso, apresentando aspectos da vida de Srila Prabhupada, o Swami, um indiano que aos 70 anos de idade chegou num cargueiro, sem recursos financeiros ou contatos, em Nova Iorque, em meio à turbulenta década de 1960, e que se tornaria um dos principais agentes de um imenso fenômeno cultural do século XX. O filme HARE KRISHNA! O Mantra, o Movimento e o Swami, “traz arquivos inéditos, gravações de áudio do próprio Prabhupada e entrevistas com seus primeiros seguidores, além de muitos registros dos anos 60 e 70, auge da contracultura. O documentário fez parte do grupo de 170 produções que estavam aptas a concorrer a uma das cinco vagas no Oscar 2018”.

Em comum entre os dois, a percepção que algumas figuras, sejam do universo religioso - como os citados aqui, sejam do político, cultural, comportamental ou até social, passam para a história, tendo suas falas, escritos, ações e reações, virado símbolos, exemplos, com seus movimentos eternizados em filmes, peças, livros, numa prova cabal da força de suas existências e da importância para milhões em todo o planeta, de suas histórias.

Salve, salve todos aqueles que inspiram que podem nos alegrar e fazer refletir, a partir de suas coragens, da abertura de portais. Partem, mas se transformam em nortes, bússolas, caminhos.

São setas, referências, magnificências, haribol Praphupada, aleluia Paulo, seus exemplos estão nas telas, para que possamos nos espelhar olhar, ver, rever, indicar, que é o que faço aqui, assistam, vão ao cinema, regozijem-se.

Quarta, 01 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

Religiosos passivos?

Com as críticas que faço a Lula e seu partido, levanto a ira dos teletubbies devotos, que vão testando acusações como se fôssemos cobaias dos seus laboratórios de maldades

Se na cena política nacional já tentaram colocar culpa em Veja, Globo, FIESP, Moro, Temer, Cunha, americanos e até na maçonaria, no nível pessoal atacam os críticos tentando colar neles ódio, fascismo, racismo ou imperialismo.

Como nada cola, agora identificam algo que a pessoa gosta e ficam cutucando.

No meu caso dizem que poso de homem do bem e sou do mal. Eu não poso, eu faço de fato ações sociais, sem discurso, sem mimimi, enquanto eles têm toda uma teoria social e zero ação real.

Ultimamente dizem que sou Hare Krishna de araque. Para esses fundamentalistas devotos do Santo do Guarujá, quem tem alguma religião não pode atacar o ladrão.

Krishna diante do vacilo de Arjuna em guerrear e matar seus parentes numa batalha, disse para ele prosseguir. Jesus quebrou tudo ao ver os vendilhões do templo aprontando.

Ser religioso babaca, passivo e alheio é o sonho dos petistas.

Religião não é prisão cidadã, algema e tampouco indiferença, antes pelo contrário, os religiosos devem e precisam ser autênticos, vigorosos e participativos, defendendo a moral e os bons costumes, a ética e a condenação dos que roubam de muitos para o benefício de poucos.

Sou espiritualista mas não sou babaca, teleguiado, tenho opinião e defesa firme da coisa certa.

Ladrão comigo não tem cor e nem partido, aqui inteiro queiram ou não queiram, estarei vigilante, e mesmo de laranja e cantando Hare Krishna, não rezarei a cartilha da petezada envolvida na ilusão de maya.

Ataques continuam

E os ataques continuam vindos do from petista. Depois de um jornalista que passa o dia odiando a tudo e a todos, a santa ira petista apareceu agora de um professor universitário. Cheio de ódio por quem ataca Lula, me expos em seu espaço, me jogando a seus leões de maneira desonesta e vil. Eles ficam mais chateados ainda pelo fato de reagir sempre, não aceitando - como escrevi acima, que fiquem livres na insanidade de agredir e sair ilesos. Deixo o aviso novamente: bateu, leva. A minha reza continuo fazendo, assim como o bem. Com vocês é tolerância zero.