Segunda, 10 de Setembro Meus escritos por Flávio Rezende

Sábado tem Festival Radhastami BemOriental na Cidade da Criança

Das 10 às 18h do próximo sábado, dia 15, o natalense e/ou visitante vai poder curtir um programa diferente na Cidade da Criança, quando expositores, iogues, meditadores, músicos, crianças, terapeutas e outros personagens, estarão exibindo aspectos da cultura oriental para os interessados, durante realização do I Festival Radhastami BemOriental, uma ideia do escritor e jornalista Flávio Rezende e dos devotos de Krishna, Nithay Chand e Radha Gopali - com apoio de amigos.

A missão é ofertar um dia diferente, alegre, cheio de vida, ressaltando valores humanos e culturais do Oriente. Quem quiser participar expondo, como o pessoal do Japão, por exemplo, que já confirmou, basta levar material no dia e escolher um local adequado. Não paga nada para expor.

Além de uma feirinha com produtos diversos, vivências com instrutores como Olga Trindade, Prem Hasido e Flávio Ferreira, os frequentadores poderão ver uma homenagem a um grupo de pessoas que ajuda a formar uma boa percepção da cultural oriental no RN; show com Alvamar Medeiros e crianças do Centro Infantil Arte de Nascer (Pium), numa prévia do lançamento do seu mais recente trabalho musical “A Turma do Amor”, além de danças, uma explanação sobre o Festival Radhastami, com Radha Gopali, e fechando um espetáculo com a banda Atmadas, muito conhecida por ter um repertório de músicas transcendentais, que promete um show inesquecível.

O evento tem apoio da Fundação José Augusto/Governo do Estado do RN, fms Tropical, Universitária e 104 e está aberto para participantes em geral.

Serviço:

Festival Radhastami BemOriental

Dia 15 de setembro na Cidade da Criança

10 às 18h

Feira artesanal, shows, homenagem e vivências diversas

Informações: 9.9902-0092

Comissão Organizadora:

Flávio Rezende, Radha Gopali e Nitay Chand.

Sábado, 08 de Setembro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma- independência para refletir e mudar

Acordo fumegando café na prensa francesa e enquanto cuido de Mel para Deinha malhar, reflito sobre o Dia da Independência comendo o pão integral com queijo branco e geléia de morango. 
Durante as mais de cinquenta décadas em que privei de harmoniosa e encantadora convivência com meu amado pai, em apenas um quesito fui infiel e, hoje me arrependo. 
Papai foi militar do exército,  ex-combatente, desfilava na parada de maneira destacada, num jeep, era motivo de orgulho e ansiava por esse momento,  mas eu não prestigiava, por ter certas posições, de achar que os militares devem estar nas ruas nos ajudando a enfrentar os criminosos e tempos mais atrás, achar que instauraram no Brasil uma ditadura.
Com a decepção a esquerda, revi muitas posições e continuo achando que os militares devem estar nas ruas,  mas não nutro mais sentimento de chateação e até compreendo certas atitudes,  percebendo o ambiente de confronto naquele período. 
No começo deste ano meu filho querido Gabriel Kalki foi aceito no NPOR e passei a vivenciar situações agradáveis e ouvir relatos sobre a formação cívica ali estabelecida, objetivando criar uma força preparada para nos defender em eventuais necessidades. 
Desde que passamos a compor o quadro de seres existentes, enfrentamos questões de invasões, dominações,  problemas internos,  sendo importante ter forças que estejam na linha de frente para a defesa ou manutenção da ordem, em inúmeros países. 
Meu rapazinho tem gostado, parece estar sendo útil em sua formação. 
Ontem fui vê-lo marchar.  Por ele fiquei feliz e por meu pai lamentei tantas ausências. 
Papai não reclamava, não exigia presença,  mas sei que devia ficar triste. 
Papai, me perdoe, voltasse o tempo e minha cabeça fosse a de hoje, seria o primeiro a chegar e iria muito lhe aplaudir.
O senhor me alertava sobre a maneira como a esquerda atua e ainda tive tempo de lhe dar razão. 
Não tive tempo de mostrar uma foto sua, no meu celular,  mas faço isso com Gabriel que é sua representação. 
Nele deposito minhas reverências ao senhor,  militar altivo,  ser ativo, dentista dos melhores,  bancário honesto, pai inesquecível, amigo eterno,  pai amado e querido. 
Dedico este 7 de setembro a ti, pedindo perdão pelas ausências e, ao Gabriel Kalki, avante meu amor. 

LuzzZzzz.

Flávio Rezende aos oito dias, mês nove, ano dois mil e dezoito.

 

Terça, 04 de Setembro Meus escritos por Flávio Rezende

Cultura Oriental será reverenciada dia 15 na Cidade da Criança - Festival Radhastami BemOriental -

Um grupo de admiradores da Cultura Oriental, formado pelo escritor Flávio Rezende e pelos devotos de Krishna Nithay Chand e Radha Gopali - com apoio de amigos, decidiu promover todos os anos o Festival Radhastami BemOriental, começando a primeira edição por Natal, especificamente na Cidade da Criança, com programação variada das 10 às 18h do próximo dia 15, com entrada de apenas R$ 2,00.

Segundo Flávio Rezende, idealizador do evento, o objetivo, “é ofertar ao povo potiguar um festival multicultural com aspectos da cultural oriental, envolvendo vivências meditativas, artes marciais, terapias, massagens, além de uma feirinha de produtos artesanais com diversas tendas, e uma programação cultural com Alvamar Medeiros e as crianças do Centro Infantil a Arte de Nascer, banda Atmadas, danças, cantar do Hare Krishna e uma homenagem com entrega do Certificado do Bem as pessoas que contribuem e/ou contribuíram para a divulgação da cultura oriental em Natal”.

O evento terá a segunda edição no dia 15 de dezembro em Pium, contando com apoio da Fundação José Augusto/Governo do Estado do RN para sua realização ocorrer na Cidade da Criança.

Serviço:

Festival Radhastami BemOriental

Dia 15 de setembro na Cidade da Criança

10 às 18h

Feira artesanal, shows, homenagem e vivências diversas

Informações: 9.9902-0092

Segunda, 03 de Setembro Meus escritos por Flávio Rezende

O valor de ser livre

Nos últimos tempos recebi ofertas de coisas diversas. A aceitação de qualquer uma delas tornaria minha vida material mais confortável.

Mais abastado poderia comprar coisas, ter upgrade numa companhia aérea, numa hospedagem, mas preferi manter a independência de pensamento e ao recusar ofertas, alcei a categoria de coisa importante, a minha maneira independente de pensar.

Satisfeito com o que já tenho, sinto prazer em poder me expressar sem vínculos, em poder dizer o que penso sem receio de levar puxão de orelha podendo escrever o que quero, sem me sentir pressionado a fazer diferente.

O que gosto mesmo é de ser como sou e poder expressar o que de fato sinto. Pode ter sempre alguém que discorda que fica contra e que até se chateia, mas não tem como eu não ser eu, pois em sendo outro, por um vínculo financeiro, terei falsidade no dedilhar, obrigação no escrever.

Livre e 100% compromissado comigo mesmo, posso continuar usufruindo da materialidade com o que atualmente possuo - o que é suficiente para minha alegria e, fiel ao que sou e penso, mergulho no regozijo que muitos pagam para ter e recompensam para se aproveitar.

Na existência material podemos ser usufrutuários de sensações físicas, corpóreas, temos a audição, o paladar, a visão e os órgãos sexuais para gozos diversos, como percebes, são muitas as possibilidades de felicidade, que se ampliam quando a posse de capital financeiro, também lhe introduz no mundo dos alimentos, viagens, vestuário, automóveis e seres disponíveis para satisfação de desejos físicos.

Mas cada pessoa sabe lá no íntimo aquele big prazer, aquela enorme sensação, aquele plus, aquilo que a faz muito, mais muito feliz mesmo e, confesso, off filhos, esposa, familiares e outras coisas comuns a todos que amam, tenho esse píncaro nirvânico com a escrita, por isso, para que esse imenso prazer, essa incrível sensação, esse imensurável gozo cósmico e viagem transcendental, que me inundam, me abarcam e me tornam um ser feliz possa ser expresso de maneira clara, nítida, límpida, transparente, refletindo o meu mais puro e cristalino interior, preciso estar totalmente imerso na pureza do meu: pensar.

Terça, 28 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

O valor de ser livre

Nos últimos tempos recebi ofertas de coisas diversas. A aceitação de qualquer uma delas tornaria minha vida material mais confortável.

Mais abastado poderia comprar coisas, ter upgrade numa companhia aérea, numa hospedagem, mas preferi manter a independência de pensamento e ao recusar ofertas, alcei a categoria de coisa importante, a minha maneira independente de pensar.

Satisfeito com o que já tenho, sinto prazer em poder me expressar sem vínculos, em poder dizer o que penso sem receio de levar puxão de orelha podendo escrever o que quero, sem me sentir pressionado a fazer diferente.

O que gosto mesmo é de ser como sou e poder expressar o que de fato sinto. Pode ter sempre alguém que discorda que fica contra e que até se chateia, mas não tem como eu não ser eu, pois em sendo outro, por um vínculo financeiro, terei falsidade no dedilhar, obrigação no escrever.

Livre e 100% compromissado comigo mesmo, posso continuar usufruindo da materialidade com o que atualmente possuo - o que é suficiente para minha alegria e, fiel ao que sou e penso, mergulho no regozijo que muitos pagam para ter e recompensam para se aproveitar.

Na existência material podemos ser usufrutuários de sensações físicas, corpóreas, temos a audição, o paladar, a visão e os órgãos sexuais para gozos diversos, como percebes, são muitas as possibilidades de felicidade, que se ampliam quando a posse de capital financeiro, também lhe introduz no mundo dos alimentos, viagens, vestuário, automóveis e seres disponíveis para satisfação de desejos físicos.

Mas cada pessoa sabe lá no íntimo aquele big prazer, aquela enorme sensação, aquele plus, aquilo que a faz muito, mais muito feliz mesmo e, confesso, off filhos, esposa, familiares e outras coisas comuns a todos que amam, tenho esse píncaro nirvânico com a escrita, por isso, para que esse imenso prazer, essa incrível sensação, esse imensurável gozo cósmico e viagem transcendental, que me inundam, me abarcam e me tornam um ser feliz possa ser expresso de maneira clara, nítida, límpida, transparente, refletindo o meu mais puro e cristalino interior, preciso estar totalmente imerso na pureza do meu: pensar.

 

Quinta, 23 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

AVENIDA GRANA

Por dever de ofício todos os dias entro em sites e portais para degustar as notícias. Muitas causam indigestão, por revelar maracutaias, mortes, degeneração e condutas inadequadas.

Outras causam alegria e satisfação, agregando ao dia um ar de felicidade, e certo combustível para seguir em frente e viver amorosamente.

Tem também aquelas que deixam a gente perdido, aturdido, sem entender direito certas coisas. Explico-me melhor. Nesse mundo de grana , todos sabemos que recebemos por serviços que prestamos, gastamos com pizzas, hotéis, alimentos, cinemas, pagamos impostos sem ter trabalho - pois já está tudo no valor pago, declaramos IR com ajuda do contador, ou sozinhos mesmos, e fazemos aquelas contas do que ganhamos e do que gastamos.

As notícias desse mundo fácil de entender estão nas reportagens sobre consumo disso e daquilo, nos índices de aumento de compra de passagens, que tais frutas estão em alta por causa do verão ou até no material escolar que aumentou.

Mas tem um mundo financeiro muito complexo, com reportagens mostrando que dólares são enviados para offshores e holdings no exterior, transferência de recursos por meios que nem sabemos dos nomes direito, citação de rentabilização de custódia, ativos, lucros alavancados, modelos de precificação, black & scholes, volatilidade, delta hedge, ratio spread, straddle e strangle, day trade, polifaces e um mundo de outras coisas, que os experts em desviar dinheiro público, vão mimetizando a grana, que vai se transformando de real em dólares, depois em euros, vira ouro, desaparece em bitcoins, reaparece em ações, muda para isso, aquilo, sobe, desce, desaparece, ressuscita e, no fim, pousa em algum lugar, para que o dono possa, depois de tantas acrobacias, desse real original usufruir, utilizando como ferramenta de esconde-esconde essa ruma de opções que o mercado financeiro disponibiliza para seus operadores.

Rapaz, lendo certas reportagens fico me perguntando se o ladrão original consegue usufruir da grana, pois em cada rito de passagem desse, alguém deve receber as devidas comissões, pelas mágicas do transformismo monetário.

O que deduzimos na pós-leitura dos desvios com assessoria internacional é que somos ignorantes disso tudo, mas livres dessa sapiência, dormimos tranquilamente.

Que situação, rapaz...

Quinta, 23 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

Sociedade textual

Estamos aqui no Brasil e, certamente, em outros lugares do planeta, literalmente vivendo num oito. Coisas ruins acontecem, todos se chateiam, acham errado, sabem mais ou menos como dar um norte, mas o oito vai, dá a curva, volta e, nada acontece.

As leis surgem de legisladores e, depois de elaboradas e formatadas em projetos, vão para votação. A velocidade com que a sociedade pede mudanças em diversos setores, encontra nesses legisladores e na atual constituição, entraves, preguiça, falta de vontade e situações que mais prejudicam que agradam a grande maioria da sociedade.

Todos os dias ocorrem eventos negativos, cada um mais absurdo que o outro. Hoje foi um camarada que foi preso por matar um idoso, cheio de processos, condenações, com violação da tornozeleira eletrônica, soltinho da silva pelo mundo, fazendo graça da desgraça alheia em plena TV e, para nossa total indignação, saiu imediatamente, pois alguma coisa lá o beneficiou.

Também vitimaram um rapaz de 16 anos, filho de um político, provocando textos diversos, comoção e indignação. Estamos assim, cheios de textos, lotados de depoimentos, com horas e horas de depoimentos, entrevistas, programas de TV de ruma, jornais com páginas e mais páginas e, as leis continuam as mesmas, nada de mudar nada, menores fazendo e acontecendo, homicidas confessos sendo liberados e os legisladores para lá e para cá em busca de votos.

A mesma agilidade que temos de produzir textos, editoriais, apelos, cartas e poesias, os políticos deveriam ter para aprovar projetos que de alguma forma impeçam tantas liberdades provisórias e proporcionam tantos benefícios e sentenças baby para facínoras, matadores contumazes e jovens ladrões impiedosos.

E os religiosos com seus sermões bonzinhos demais, uns até defendendo liberdade para certo ladrão condenado, deviam era formar no time das vítimas.

A esquerda que vê conspiração em tudo, devia sim era denunciar a conspiração dos políticos e de alguns membros da sociedade civil, em favor dos que matam e roubam.

Vivemos uma sociedade textual altamente eficiente na produção de lamentos, quando precisamos de fato, é de uma sociedade mais pacífica e protegida, na forma da lei, dos seus meliantes.