Segunda, 14 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Posts diversos

O que os bandidos fazem no Ceará é terrorismo.
É preciso pegar em armas e partir para a guerra com as regras que uma pede.
Fora disso é dar corda para só um lado agir mais fortemente.
É preciso guerrear, partir para cima desses demônios. 
Que situação, rapaz...

Uma pessoa jura de pés juntos que ouviu Luciano afirmar num programa de TV, que sua esposa Angélica nunca, em tempo algum, liberou flatulências em sua presença. 

Vai ver que ela teme ele ficar verde e virar Hulk. 

Que situação, rapaz...

Andando na praia observo uma jovem que inseriu em suas nádegas um prolongamento - Deus sabe de que material, ocasionando uma sobrebunda de uns 25cm.

Ao sentar num cinema, avião ou sala de aula, a bunda ficará ok, mas ela obrigatoriamente ficará fungando a cucuruta de quem na frente estiver.

Fico imaginando os restos mortais dos seus almoços e jantares, o longo percurso até a libertação. 

Que situação, rapá...

A própria obra divina, genuína e de fábrica, já produz uma variedade incrível de seres em tamanhos, cores, formatos, tendo agora, com modernas técnicas de preenchimento, endurecimento, modelamento, ajustamento, empinamento e outras mais, proporcionado o surgimento de seres muito esquisitos. 

Andando agora na praia tenho observado cada nova produção. 

Bom, é melhor a gente já ir se acostumando. 

Começa já a temporada de implante de chifres de boi nas cabeças, pés de pato substituindo tênis e olhos de águia em nossas caixas oculares. 

Tanto amor pelos animais ultimamente, só falta casamento e fusão . 

Que situação...

Bolsonaro se elegeu sem dever nada a nenhum amigo. Sua eleição teve esse mérito.  Não acho certo indicações por amizade. Já basta o tempo de Lula, onde sua amante Rosemary conseguiu nomear os irmãos e outros parentes para cargos relevantes. 

O PT não tem moral nenhuma para criticar. Indicou para todos os cargos imagináveis os melhores amigos e militantes, por isso é preciso consertar estragos imensos na estrutura pública. 

A escola do PT não pode prosseguir. O resultado é uma tragédia. 

Estamos de olho 17.

Que situação, rapaz...

Leio no Blog do BG que a Semurb apreendeu várias faixas na Zona Norte.

Aqui em Natal tem um expert em arranjar casamentos, dinheiro, emprego, que já emporcalha a cidade faz anos e anos e nunca para. 

Seus anúncios sem autorização estão com telefone e tudo em viadutos, postes, divisórias, barreiras, muros, vigas, Via Costeira, BR 101.

Caso esse devoto de Oxóssi já tivesse sido multado duvido que voltasse a sujar Natal. 

Será que o adivinho de araque é invisível a fiscalização, mesmo com presença tão ostensiva em todo lugar?

Que situação, rapá...

Quinta, 10 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma - a vida como ela é

Tempos atrás a Gol ofertou passagens mais baratas para Fortaleza e, junto com Deinha, decidimos convidar a mãe de Gabriel para se juntar a nós, partindo em família para usufruir quatro dias na capital cearense.
Dois dias antes do embarque seres chateados com endurecimento das regras no sistema prisional, começaram a infernizar a vida dos moradores e turistas com depredações, queimações, eliminações, atos típicos de demônios em forma de gente, sempre ávidos por atos violentos e atitudes insanas, prejudicando o conjunto da população, principalmente os mais carentes, que ficam privados do usufruto dos transportes públicos, fecham seus pequenos comércios e tem seus bairros vasculhados pela polícia em busca dos ratos endiabrados. 
Apesar do perigo aparente decidimos embarcar e retirando do roteiro parques aquáticos e de arvorismo mais adentro, circulamos por praias, shoppings, orlas, curtindo a presença dos amigos que lá temos em jantares inesquecíveis, e a própria convivência familiar, por si só saudável e maravilhosa em qualquer tempo e lugar. 
Os seres revoltosos assim agem pela manutenção de privilégios não permitidos, tentando impor suas regras e desejos, num claro ultraje a lei estabelecida, infelizmente viciados por anos e anos de políticas que os tornaram possíveis vítimas da tal sociedade, invertendo valores e culpabilizando as vítimas das atrocidades, gerando ao longo de anos ajuda financeira para familiares, advogados disponibilizados por ONGs, OABs, pastorais, isso e aquilo, com amparo de grupos religiosos e sociais, enquanto as vítimas ficaram sem assistência, sem carinho, tendo que se virar para enterrar seus entes queridos e ver na imprensa coberturas esporádicas, enquanto bandidos mortos são tidos como herois e policiais em ação, como matadores. 
Finalmente, nessa kali yuga sem lógica, encarnou no seio da coletividade a alma da revolta e a ultima eleição entronizou quem contra isso se posicionou. 
Estou apenas narrando fatos pelo ângulo do meu entendimento. Estou ao lado do povo. Dei um basta a filosofia. A realidade urge.
Em Fortaleza conversei com algumas pessoas. Com uma exceção, a unanimidade é que o cidadão de bem é que merece a proteção do Estado. 
Infelizmente alguns até fazem chacota e piadinhas quando nos referimos aos cidadãos de bem. Para eles os bons são os bandidos, que merecem sempre novos colchões após as queimações, novas oportunidades após as prisões, novos perdões, após os crimes e, assistência ilimitada, após todas as infrações. 
Para eles nós somos contra Jesus, o evangelho, falsos bondosos, defendemos armas, somos fascistas, do mal.
Felizmente a situação chegou ao ápice, a pressão fez a situação começar a mudar. 
Chega de cegueira, apoio a bandidagem, manipulação, ladroagem.
É tempo de endurecer regras, tirar regalias de bandidos e ladrões, para que possamos viajar, trabalhar, criar nossos filhos, produzir, pensar em outras coisas, finalmente: sobreviver e viver.
Que situação, rapá...

Flávio Rezende aos dez dias, primeiro mês, ano dois mil e dezenove. 11h46. Praia de Ponta Negra. 

Segunda, 07 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Minha coluna de hoje no jornal Agora RN

Quinta, 03 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Refletindo sobre dimensões diferentes da vida humana

Estou assistindo uma série sobre Trotsky na Netflix.
Existem os fatos históricos, abordados por historiadores socialistas, com focos partidários, doutrinários. 
Quem não gosta e faz oposição aborda outros aspectos.
A série é uma mistura de fatos reais e romanceacões, um lance muito utilizado na indústria cinematográfica atual, para valorizar a fotografia, dar mais ação, empolgar o espectador. 
Diante de tantas coisas que fazem, embalagens, ficamos muitas vezes sem saber o que é verdadeiro e o que foi real.
Além da questão da abordagem doutrinária e do interesse de quem faz.
Tem quem faz para ficar bonito, ganhar prêmios, grana.
Tem quem faz para passar mensagem do que acredita, algo engajado, político, intencionado. 
Diante de tantas coisas que rolam em filmes, shows, peças, danças, exposições, não basta apenas o olhar inocente.
É preciso a observação abrangente.
Triste planeta. Está tornando coisas que poderiam ser mais suaves, em dificultosas análises, avaliações, abordagens. 
Parece que artistas, cineastas, coreógrafos, escritores, pintores, estão mais aptos a complicar, que apenas produzir, deixar, existir...
Que situação, rapaz...

Terça, 01 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos de Ponta Negra - encantamentos, imagens e gratidões -

No apagar das luzes do maravilhoso 2018, ano de muitos escritos, viagens, relações saudáveis e embates políticos, visitamos Bob Browne/Vera, curtimos momentos familiares junto as cadelas Chica e Lola e, no virar para o 19, longe dos fundunços e dos fogos, nos abraçamos em laços amorosos de pais & filhos grudados e trocamos votos positivos de um futuro feliz, buscando no sono reparador um início de ano tranquilo e um despertar saudável. 
Por ter sido assim, logo cedo estava fumegando café e correndo para usufruir Ponta Negra. 
Entre os passos e os mergulhos em terras e águas fantásticas, a mente burilou preciosidades e lapidou pensares, que aqui revelo começando pela gratidão. 
Não tem maneira melhor de ter os primeiros pensamentos de um novo ano, que pelo viés do agradecer. Vivo uma vida incrível, faço o que gosto, me cercam seres que amo, disponibilizo tempo para além do meu umbigo, celebro, escrevo, busco ser útil, sorrio, reverencio e na religião sou devoto do encantamento. 
Cada dia busco incorporar mais coisas que me alegrem, me façam subir, potencializar felicidade, empoderar existência. 
Agora é fotografar. Estou louco. Num mundo cada vez mais de imagens, quem produz textos está ficando para trás. Não que vá parar, impossível, mas incorporar, passar a ter isso também, viajar neste universo. 
Então eis algo que posso sugerir, sugestionar, busque encantamentos, boas companhias, caminhe, incorpore positividades, seja parte de algo, busque a luz, tantas coisas por aí disponíveis, quantas possibilidades, independentes de grana, posições, filosofias. 
Neste ano quero mais e mais amar, fotografar, escrever, ajudar, viajar, ser alguém com algum nível de valor para qualquer um.
Quem não concorda com o que penso em algumas áreas, busque espaços de convergência em outras, pois assim faço. 
Não excluo, não jogo praga, abraço, chamo de alma boa. Quero interseção amorosa onde for possível, onde não for lembremos da diversidade, do respeito às diferenças, da famosa: democracia. 
Luzzzzzzzzz

Flávio Rezende no primeiro dia do primeiro mês, ano dois mil e dezenove. 11h09. Praia de Ponta Negra. 

Um ano encantador para todos

Sábado, 29 de Dezembro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma - #habitatmarte, um espaço de possibilidades

Tenho um antepassado que entrou para a história por ter previsto em tempos pretéritos a Via Costeira e outros babados. É Manoel Dantas.
Seu DNA está presente em meus escritos futuristas e no primo Júlio Rezende, professor da UFRN e gênio visionário, que meteu a mão no bolso, adquiriu uma propriedade no semiárido potiguar e, depois de viagens aos EUA, incorporou o planeta Marte a sua história e, aqui, em seu sítio, reproduz ambientes, possibilidades, experiências, vivências, ciências, projetos e sonhos, através de sua cria, o #habitatmarte, ao qual fui ver junto com o com o repórter fotográfico Canindé Soares, e que agora resumo.
O projeto #habitatmarte tenciona inserir as pessoas num ambiente de viajar para o planeta vermelho e também estar lá. Apesar de ainda imberbe, amador, artesanal, construído e mantido 100% com recursos próprios, tenta tornar o participante um astronauta, ambientando roupas, procedimentos, rotinas, preenchimento de formulários, uso de equipamentos, ferramentas e máquinas, que remetem o usufrutuário do espaço, a uma sensação se sentir de fato um membro de missão espacial. 
Afora isso, como seria estar em Marte? Como morar, estar inserido em seu ambiente diferente?
Aí o primo Júlio, professor de engenharia com foco em sustentabilidade, edifica no local moradias com pneus, cervejas, passando ao visitante a informação que uma vez em Marte e sem poder inicialmente ter cimentos, azulejos, andaimes e demais  necessidades, os novos habitantes terão que buscar formas disponíveis para levantar abrigos e formatar acomodações, inserindo na experiência a busca pela sustentabilidade necessária a sobrevivência. 
O que o primo quer com seu projeto? Pelo que entendi, fomentar interesse pelo novo, incrementar o gosto pelo além do visível, inserir jovens no universo da ciência, despertar talentos, revelar sustentabilidade real no semiárido com construção de moradias com pneus velhos, cervejas vazias, refugo de construções e teste com equipamentos de seu próprio juízo, num fantástico empreendimento sem verbas, sem financiamento, totalmente pessoal, radicalmente existencial, magnificamente sensacional. 
O primo Júlio é sonho, ciência, experiência, apesar de saber o que faz pergunta, busca agregar ideias, quer opiniões, sugestões, está aberto. 
Como ser sensível, antenado, capitão e comandante, aceita essa interação, quer seguir, subir, em Marte um dia chegar.
Vamos participar, ajudar, sugestionar, decolar...
www.habitatmarte.com é Manoel Dantas, Julinho, Canindé, você, eu, é o todo, o conjunto, a totalidade. 
Luzzzzzzzz.

Flávio Rezende aos 29 dias do décimo segundo mês, ano dois mil e dezoito. 11h39.
Luzzzzz
Feliz ano novo alma boa 

Terça, 25 de Dezembro Meus escritos por Flávio Rezende

Escritos da Alma- considerações sobre visibilidades e invisibilidades

Escritos da Alma 
- considerações sobre visibilidades e invisibilidades  -


Acordo cedo e como o dia é 25, já pensando em meu amado pai, que deixou seu templo físico ser dissolvido por aqui, e partiu com sua cidadania cósmica espiritual, para habitar novos espaços, levando imantado em seu HD eterno, as vivências e as experiências que agregou a sua existência na última passagem pelo planeta azul. 
Fiquei pensando na sorte que tive de privar sua companhia, receber seus ensinamentos, ouvir sua voz, ver seus movimentos, poder ter sido seu filho, o que na verdade ainda sou.
Depois do café prensado a francesa e dos biscoitos de sal com queijo branco e lascas de tomate, sapecando medianas porções de manga no desjejum, parto para Ponta Negra, onde no templo do Morro do Careca, convido mentalmente papai para comigo usufruir de delicioso banho de mar, e lá, mergulhando e apreciando tamanha beleza, reflito sobre algumas coisas, as quais aqui compartilho com quem me lê neste dia natalino. 
Os tempos são de descontruções de pseudos líderes. O do amor foi pego traçando a esposa do devoto. O da cura bolinando pacientes, mostrando tanto um, quanto o outro, que domar impulsos e evitar encostos, não é mole não. 
Na dureza da constatação reflito que só tem escapado os velhos mestres, milenares, que afirmavam ser necessário amar o visível, diante da impossibilidade da visão clara e precisa do invisível. 
E assim pensando, olhei ao redor e constatei que amar é só um questão de querer, decidir, colocar para valer.
Um olhar carinhoso, amoroso, para a vegetação, as pessoas, animais, elementos da natureza, todos ali perfeitamente visíveis, remete nosso íntimo profundo a sensação de beatitude, de felicidade crescente, alegria genuína, paz interior. 
Quando encontramos no visível, no perceptível, no palpável, o amável, o possível, o próximo, o irmão, realizamos a conexão divina, construímos a ponte para a tal espiritualidade e, claro, acessamos interioridades e possibilidades que nos revelam aspectos da divindade, atributos, insiders, amorosidades. 
O dia é de Jesus. A data é de papai. A festa é da solidariedade, da ceia, da boa mensagem. Pessoas em abraços verbalizam boas passagens, trocam presentes, jogam no éter um futuro melhor para individualidades e alguns universalizam seus bons pensares. 
Existem invisíveis seres que já percebemos corretos. Domaram ímpetos, controlaram desejos, saíram da bolha do ego, até hoje são falados, seguidos, são teses, dissertações, discursos, sermões, reflexões, exemplos, pontes, nortes, estradas.
Apesar de invisíveis, espalham rastros, disseminam setas, compartilham caminhos. 
Busquemos na invisibilidade que nos cerca, a encarnação destes seres, para que possamos nos fundir, dissolver, ver e perceber ao nosso redor, a boa energia que nos é possível, o amor genuíno que nos é disponibilizado e, no agregar deste sacar, fluir, seguir, ir, viajar...

Papai, feliz aniversário. Te amo muito. Beijão em Jesus, manda uma foto com ele mais tarde. Por volta das 23h já devo estar dormindo. Quero ver você com ele, mamãe, chama Krishna para seu aniversário, Sai Baba, Osho, Maria, eita povo bom. A festa promete. Não volte cedo não, me aguarde, um dia chego para apagar velinha com você.  
Luzzzzz.

Flávio Rezende aos vinte e cinco dias, décimo segundo mês, ano dois mil e dezoito.  10h35.


Um Natal visivelmente feliz, e um 2019 claramente do bem