Domingo, 07 de Outubro Que Situação por Flávio Rezende

A história do PT

A história do PT

O partido dos trabalhadores minusculou sua história e humilhou vários dos seus fundadores, quando ao ser pego em malfeitos, negou ocorrências,  terceirizou maledicências e recusou mea culpa.
A arrogância tornou o líder um Deus, e seus devotos passaram a ser vistos como ridículos defensores de ladrões comuns. 
Aturdidos com a luz clareando as atividades criminosas por muito tempo subterrâneas, encontraram na história o farol para a negação da desculpa. 
Ancorados em teses e filosofias gestadas no ventre de doutores universitários, disseminaram na rede narrativas que a corrupção é histórica,  que todos os partidos e políticos são iguais desde sempre, e que no Brasil é assim mesmo, deixando de lado as históricas promessas que seriam diferentes e entregariam as velhas práticas ao depto de antropologia, fundando um novo tempo e inaugurando um sadio agir. 
A arqueologia política nacional mostrou que o novo era neolítico e as práticas australopitecuras, com a diferença que os mentirosos petistas não tiveram a coragem dos católicos arrependidos com seguidos pedidos de perdão dos últimos Papas, nem a hombridade dos grandes estadistas de reconhecerem erros e confessar crimes.
Os petistas falam de Bolsonaro,  mas ele já pediu perdão por algumas falas, esclareceu outras e deixou transparecer que mudou em algumas posições, para melhor. 
O PT continua negando,  mentindo, buscando justificativas históricas, ressuscitando um fascismo que serve bem mais na sua própria carapuça, que nos demais. 
Diante de tudo, o povo comum, que os petistas dizem amar, junto a todas as demais parcelas da população, jogou lupa na história de tudo e viu em Lula a farsa, a mentira, o político chinfrin,  pequeno,  incapaz de um pedido de perdão, um traidor da esposa, um pai que envolveu o filhos nas falcatruas, um palestrante de araque, um elitista, usufrutuário de jatos, bebidas alcoólicas,  responsável pela humilhação das esquerdas,  derrotas partidárias, prisão de dirigentes, um canalha, um covarde, um falsário, presidiário...
Lula não!  PT não!
 A história já mostra quem são e mostrará muito mais desassombros desses inconsequentes ladrões. 
Quem assumir em janeiro tem a missão de corrigir o rumo e enterrar de vez essa quadrilha que infelizmente ainda engana várias almas boas, iludidas com essas falácias de que todos somos fascistas, seres horrendos,  demoníacos,  que queremos lascar o povo, tornar os pobres escravos, perseguir os pretos e matar os homossexuais. 
Enquanto os babacas acreditam nesses ilusionistas,  a grande maioria do povo brasileiro,  felizmente em processo de libertação destes canalhas, democraticamente diz não e passa a escrever uma nova história com as cores de nossa bandeira. 
Chegou a hora,  domingo é dia de cura, de libertação. 

Que situação, rapaz...
LuzzZzzz

Flávio Rezende é escritor, jornalista e ativista social em Natal. 
ww.blogflaviorezende.com.br

COMPARTILHE