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Quinta, 16 de Novembro Que Situação por Flávio Rezende

A trilha antidemocrática que a UFRN apresenta a comunidade potiguar

Com notas pífias e defesas totalmente sem necessidade diante de coisas triviais, a UFRN se afasta cada vez mais da comunidade, a qual invoca nas justificativas por mais recursos em viagens internacionais, nacionais, projetos e demais invocações.
A presença da polícia deveria ser elogiada e uma nota deveria ser produzida como gratidão, uma vez que um evento teve esse suporte.
Invocar autonomia diante de um fato tão pequeno só mostra uma necessidade de berrar algo contra alguém, coisa que a psicologia explica bem.
A cada objeção de alguns doutores e gestores com eventos de orientação diferente da que devotadamente seguem, cresce a percepção da sociedade na qual a UFRN está inserida - mesmo que as vezes pareça querer se dissociar, de que a instituição segue a trilha antidemocrática, quando no lugar de agradecer que grupos desta sociedade a procurem para realizar eventos e saudem as mais diferentes visões de mundo desta sociedade, procura sempre dificultar, achar ruim a polícia, incentivar a presença de pessoas para evitar as falas e os próprios acontecimentos.
A UFRN deveria agradecer ao instituto promotor da exibição do vídeo, a escolha do seu auditório para o evento.
A UFRN deveria agradecer a PM o apoio para que um evento em sua área tivesse essa colaboração.
A UFRN deveria saudar as mais diversas linhas de pensamento pois se apresenta como democrática e plural.
A UFRN deveria de fato se abrir para a sociedade que a sustenta, e não contra ela impor sua percepção política.
A UFRN deveria cuidar melhor que suas aulas sejam mais de conhecimento específico e deixar as questões políticas para assembleias, reuniões e encontros próprios desta área, tornando as aulas sem partido.
A UFRN precisa incluir em seus espaços de leitura novos autores, arejar currículos, ampliar o saber verdadeiramente.
A UFRN tem ainda muito a aprender em termos de democracia, mesmo que a Adurn pague a peso de ouro sumidades como Dilma para aqui falar no Trilhas da Democracia, a entidade e demais centros, departamentos etc, parecem seguir outra trilha, a trilha da intolerância, da futilidade e da defesa do pensamento único.
Seguindo assim será ilha no lugar de pólis, será satélite no lugar de planeta, laboratório no lugar de pesquisa, experiência no lugar de invento e distância, no lugar de presença.

Que situação rapaz...