Quarta, 01 de Agosto Meus escritos por Flávio Rezende

PARA SEMPRE...

Adoro curtir cinema e junto com minha esposa estamos sempre observando a telona, onde desfilam dramas, romances, ficções e filmes infantis, tendo este escrevinhador preferência, pelas películas que revelam eventos reais ou biografias.

Para meu agrado assisti semana passada PAULO, APÓSTOLO DE CRISTO, onde “Lucas arrisca a vida para visitar Paulo, que é mantido encarcerado numa prisão romana sob o comando de Nero. Juntos, eles lutam contra um imperador determinado e as fragilidades do espírito humano para viver o Evangelho de Jesus Cristo e levar sua mensagem ao mundo”.

Gostei muito do filme, principalmente pelo fato de ver a fé daquelas pessoas, muitas das quais terminaram sendo jogadas aos leões.

Esta semana começou no Cinépolis um filme igualmente religioso, apresentando aspectos da vida de Srila Prabhupada, o Swami, um indiano que aos 70 anos de idade chegou num cargueiro, sem recursos financeiros ou contatos, em Nova Iorque, em meio à turbulenta década de 1960, e que se tornaria um dos principais agentes de um imenso fenômeno cultural do século XX. O filme HARE KRISHNA! O Mantra, o Movimento e o Swami, “traz arquivos inéditos, gravações de áudio do próprio Prabhupada e entrevistas com seus primeiros seguidores, além de muitos registros dos anos 60 e 70, auge da contracultura. O documentário fez parte do grupo de 170 produções que estavam aptas a concorrer a uma das cinco vagas no Oscar 2018”.

Em comum entre os dois, a percepção que algumas figuras, sejam do universo religioso - como os citados aqui, sejam do político, cultural, comportamental ou até social, passam para a história, tendo suas falas, escritos, ações e reações, virado símbolos, exemplos, com seus movimentos eternizados em filmes, peças, livros, numa prova cabal da força de suas existências e da importância para milhões em todo o planeta, de suas histórias.

Salve, salve todos aqueles que inspiram que podem nos alegrar e fazer refletir, a partir de suas coragens, da abertura de portais. Partem, mas se transformam em nortes, bússolas, caminhos.

São setas, referências, magnificências, haribol Praphupada, aleluia Paulo, seus exemplos estão nas telas, para que possamos nos espelhar olhar, ver, rever, indicar, que é o que faço aqui, assistam, vão ao cinema, regozijem-se.

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