Sábado, 27 de Janeiro Meus escritos por Flávio Rezende

Ponta Negra sem espaço, precisando de engorda e mais fiscalização

Refletindo sobre os babados de Ponta Negra

Caminhando no calçadão de Ponta Negra percebemos o quanto estamos com espaço exíguo.
Em alguns trechos a caminhada não flui, temos que parar por causa de vendedores que estacionam seus carrinhos e os que cortam coco abertamente, não se preocupando nem em jogar os restos em lixeiras situadas bem próximas.
A fiscalização parece não surtir efeito, uma vez que identifico os mesmos atores ocupando os mesmos espaços e repetindo práticas condenáveis.
Andei pelas orlas de Recife e João Pessoa e me pareceram mais ordenadas, algo lá funciona e os espaços são devidamente disciplinados.
Uma amiga disse que haverá engorda da praia nos próximos anos, o que será um alívio.
A continuar sem isso, não teremos mais beira de praia, casas e comércio muito em breve.
Sem engorda Ponta Negra será uma praia que já foi, lagoa, memória, algo que passou.
E se já perdemos as demais, Ponta Negra dando tchau, o que teremos para atrair visitantes?
Observei ainda os buggies. Tão velhinhos. Não sei quanto ganha um bugueiro, tenho muitos amigos nessa seara, mas será que não dá para comprar algo mais atual, seguro, me parecem velhas carcaças ambulantes, lembrando Cuba. 
Ave Maria, que situação rapaz...

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