Segunda, 02 de Abril Que Situação por Flávio Rezende

Posts diversos

Faz anos que estamos passando por inúmeras situações e votações. Por ocasião do impeachement os a favor ameaçaram colocar a boca no mundo dos que iam votar contra e vice-versa.
Em vários projetos polêmicos o mesmo ocorreu na imprensa e nas midias sociais, com o rosto dos políticos, juízes e membros do Supremo e do TSE sendo colocados de maneira negativa, ou positiva.
A questão que apresento é que os mesmos rostos que apareceram nas listas dos coxinhas como ruins, em outros momentos surgiram como bons, enquanto a petezada ora louvou uns, ora detonou.
Gilmar Mendes mesmo já foi adorado por todos, o mesmo pode ser dito até de Temer, que de "o melhor vice que poderia existir", é hoje o Judas do petismo.
Enfim, é melhor deixar de ameaçar os políticos e membros do judiciário com essas listas e exposições, afinal sabidos que só eles, as vezes jogam de zagueiro e as vezes de atacante, ficando a torcida sem saber de aplaude gritando gol ou se xinga a mãe mandando para a PQP.
Que situação, rapaz...

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Pelo que observamos com a defesa do não cumprimento de pena em segunda instância, pelo PT, fica patente que o partido acabou.
Não é um partido de trabalhadores, intelectuais e estudantes, e sim o partido de Lula.
Toda sua estrutura, todos os seus recursos, todo seu discurso ficou refém de uma pessoa só e, por incrível que pareça, uma pessoa envolvida em nove processos até agora, com fartas provas de sua culpabilidade, já condenado em segunda instância no primeiro e um dos mais fracos, então a pergunta que emerge deste pântano que se transformou o outrora e aguerrido partido é: onde foi parar o juízo e a sanidade de toda essa turma que defende o indefensável, apenas pelo fato do seu guru ter sido pego com a mão na cumbuca?
Fica difícil entender e é essa questão que permeia as conversas de 9 entre 10 pessoas nas ruas e mídias sociais.
O que deu nesse povo para não perceber claramente que Lula é um ladrão igual aos outros e que merece tanta defesa, quando o PT sempre foi o partido que mais bateu e se indignou com ladrões?
Que situação, rapaz...

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Algumas pessoas defendem intervenção militar diante da situação complicada do País.
Não formo neste time, mas reconheço que as coisas estão bem difíceis.
Ladroagem tem em todos os partidos. Garimpar alguém que preste exige uma batéia muito eficaz, uma vez que diamante é raro, enquanto os seixos abundam.
Os militares mesmos andam ressabiados. Com o advento da internet não é fácil manter um governo apócrifo eleitoralmente. Teríamos oposição constante e a volta da guerrilha.
Já no campo eleitoral vivemos um mundo de "maya", que Adi Shânkara, metafísico, teólogo, monge errante e mestre espiritual indiano, principal formulador doutrinal do Advaita Vedânta, ou Vedânta não dualista, define como "ilusão".
As campanhas turbinadas com dinheiro, muitas vezes de origem duvidosa, eliminam a palavra democracia, até mesmo no tempo destinado aos partidos, quando uma eleição teoricamente deveria partir de tempo igual para todos, já começa com uma divisão temporal do que já existe, sujando o caráter democrático.
O uso no mundo virtual dos robôs, por praticamente todos, retira mais um pouco da lisura do pleito.
Agreguemos a isso a postura dos julgadores do Supremo e do TSE, o balcão de negócios dos partidos, a ausência de ideologia verdadeira, a adesão ao ser político pelo ganho futuro monetário e não pela missão de servir, tudo isso leva o processo ao aterro sanitário e apodrece sua essência descartando sua legitimidade democrática.
O processo então, resta ilusório, "maya".
E nós, mergulhados na energia negativa que os bandidos armados nos impõe, gastando grana e tempo para defender ou atacar intervenções, acossados por militantes raivosos querendo condenados livres e por ultra radicais querendo o extermínio de gays, lésbicas e simpatizantes, assistimos o tempo passar, não concentrando esforços na elaboração do duradouro, do necessário, o novo modelo, uma vez que tudo que está aí, voltando mais uma vez ao Shânkara, é só ilusão.
Que situação, rapaz...

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Quando fazia faculdade os jornalistas que escreviam além das matérias factuais, que produziam crônicas, poesias e demais escritos, eram admirados.
Na atualidade, em grupos de WhatsApp de jornalistas, os que produzem textos reflexivos e emitem opinião que desagrada, são maltratados e convidados a expor o que pensam apenas em seus espaços pessoais, os blogs.
Geralmente o incômodo parte dos que ficam chateados com opiniões divergentes e aqueles que não produzem nada, apenas comentam a trivialidade do cotidiano.
Ando me retirando de alguns, uma vez que fico pasmo com censura em espaços de jornalistas e crítica a textos mais longos, uma vez que o dedinho faz rolar um monte de coisas em segundos e, todos sabemos, que ler é fundamental para o melhor exercício da profissão.
Que situação, rapaz...

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Num dia santo para os cristãos decidi falar sobre direitos humanos.
Aqui no Brasil as pessoas engajadas em por em prática esses direitos, encontram problemas, com significativa parte da sociedade ecoando que o grupo centra seus esforços preferencialmente na assistência aos bandidos, em detrimento das vítimas.
Assisto uma esclarecedora entrevista sobre o assunto, onde é revelado o interesse dos que trabalham com direitos humanos pelos policiais, vítimas etc.
Pensei, pensei e cheguei a seguinte conclusão: se é verdade que isso ocorre, está faltando aos militantes dos direitos humanos uma boa assessoria de imprensa para divulgar suas ações pelas vítimas, a confecção de faixas de apoio aos policiais mortos em combate, e uma campanha para mostrar efetivamente o que vem sendo feito, e qual o público atendido.
A população anda tendo essa chateação por ver membros dos direitos humanos ao lado de criminosos, querendo celas mais limpas e saudáveis, oferecendo assistência advocatícia, alimentação, mas não os identifica junto as famílias vitimadas, a não ser pontualmente.
Para que a atuação da entidade seja profícua urge a divulgação da atuação a favor das vítimas, para que a sociedade possa entender que a missão dos militantes não é na defesa de uma parte da questão, e sim do todo.
Que situação, rapaz...

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Vou cancelar a Netflix. Tem um documentário dizendo que os americanos derrubaram as torres gêmeas e que eles mandaram matar Kennedy.
A empresa está a serviço da Indústria das Teorias Conspiratórias, ligada a Israel e recebendo grana da Maçonaria Egípcia que tem link com A El Subeda, organização de caráter neonazista mantida com verbas da Volkswagen, que segundo informações de fontes palacianas guatemaltecas, fez seus motores com óleo de baleia russa e ferro extraído das minas da África do Sul, gerando imensa dívida de suor da negritude nagô.
Enfim, essa Netflix anda muito esquisita e essa sociedade com a Indústria das Teorias Conspiratórias pode gerar uma série brasileira, dando como cria uma sequência afirmando que Lula levou tiros a partir da aliança de bispos evangélicos com pais de santo dissidentes, numa reunião na Arena das Dunas, sob guarda do Exército do Mito, com complacência do Conselho Comunitário de Tirol e Petrópolis.
Melhor cancelar, isso mesmo, perigosa demais essa Netflix.
Que situação, rapaz...

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O clima de embate está posto e o maior responsável é aquele que faz tudo para burlar a lei, driblar, passar ao largo, não cumprir.
Aquele que tenta mudar, que escracha a justiça, desrespeita juízes, manga de decisões, usa chicanas, ataca em praça pública a lei constituída.
Se definindo continuamente acima de todos, com títulos incrivelmente egóicos como o mais santo, o mais honesto, o melhor presidente, o grande companheiro, a realidade infelizmente mostra o oposto, e com farta documentação, coloca os pingos nos is e ele como o maior ladrão, o companheiro ingrato que não visita ninguém, o presidente que encaminhou o País para a maior crise econômica e política de todos os tempos, enfim, se o Brasil está a beira de um ataque de nervos, o indutor, incentivador e fomentador tem nome e sobrenome: Lula da Silva.
Mas os petistas vão dizer que o odiador sou eu .
Que situação, rapaz...

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Aviso aos petistas: acredito que Temer tem a ver com esse babado no porto de Santos e outros mais.
Queria que ele tivesse dançado naquele julgamento do TSE.
Torci para que fosse aceita a admissibilidade do seu impeachment.
Acho Temer ladrão, daí entender ter sido vice duas vezes de Dilma, sendo sempre louvado e admirado pelo petismo, até sua quadrilha romper com a de Lula, coisa comum nas máfias.
Por mim Temer e sua turma explodam.
Doido que delatem tudo.
Fora Temer.
Lula preso já.
Todos na cadeia
Que o congresso aprove a prisão em segunda instância.
Que situação, rapaz...

 

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