Quinta, 20 de Dezembro Que Situação por Flávio Rezende

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O PT sempre fica medindo as indicações do quintal alheio, fofocando sobre a falta de diversidade.
O time de Fátima parece ser predominantemente masculino, branco, não reconheço nenhum homossexual, deficiente, índio, pobre, enfim, parece que vai ser o secretariado elite branca, uma vez que são todos muito bem de vida.
Pois é, falar é bom, fazer parece não ser coisa do PT. Lembro de Lula, chamou todo mundo de ladrão, terminou virando o maior, o big, o chefão do maior esquema criminoso do Brasil.
Que situação, rapaz...

Partidos que se posicionam contra a prisão em segunda instância, como PT e comunistas, enganam povo com discurso elitista, uma vez que só milionários como Lula conseguem pagar advogados para postergar a execução de suas sentenças.
Defender essa posição é ficar ao lado da injustiça, do crime, consolidando com essa postura a percepção para parcela significativa da população, que essas agremiações partidárias são na verdade, organizações criminosas, daí a defesa a todo custo, dos seus meliantes reclusos.
Que situação, rapaz...

Decisão como a desse ministro só serve para alimentar a vontade de uns de fechar tudo e tacar esses cabras na cadeia. 
Que situação, rapá...

O que chateia em João de Deus é ele ter acesso na sala blacksex a tantos políticos corruptos e não ter metido o dedão no orifício de nenhum. 
Tivesse feito teria algumas penas atenuadas, certamente. 
Que situação, rapaz...

Estão proibindo tantas coisas para quem vai ver a posse do 17, que seria melhor mudar local para a praia de Tambaba. 
Que situação, rapá...

Tem pessoas que gostam muito de mostrar certos dotes que tem. Sejam músculos, peitos, bundas ou objetos materiais.
A polícia parece igualmente gostar de revelar que está chegando, sirenes, derrapadas, convocação da imprensa, etc. 
Estes dias fizeram tanto alarde sobre Cesare, que o cabra pinotou fora.
João de Deus só não sartou por causa do advogado que o convenceu que seria pior.
Seus espíritos tarados conseguem bulinar na invisibilidade, já ele, médium de mão boba, não conseguiria ficar escondido tanto tempo e terminaria com condenação maior.
Parece que para alguns, vale mais a sirene, o bafafá, que a efetividade.
Eita Brasil místico, louco, amostrado, pátria das panelas, sirenes, médiuns apequenados, gurus do amor excitados, políticos endinheirados, deputados mal afamados, cubanos promovidos, artistas bombados, jogadores endinheirados, terra de Pinóquios, espaço de mutretas, lulas que viram sardinhas, humoristas cheios de piadinhas, um espaço muito além, aquém de qualquer definição, um terreiro, um mosquiteiro, um mosteiro, uma indefinição.
Doutores equivocados, magos best sellers, jornalistas cheios de si, veículos em demasia, trens urbanos fora dos trilhos, muitas cores e aromas, tem cuscuz, tem tapioca, tem café, tem açaí, prostituta filósofa, Chauí ninguém entende, Suplici é reverenciado, tem Neymar no seu quadrado, uma pátria muito louca, resumo de tudo que é possível, o Brasil não se explica, o Brasil é uma zica. 
Que situação, rapaz...

As câmaras municipais são máquinas de sugar dinheiro público. Devemos extinguir e eleger pessoas vereadoras apenas para legislar duas vezes por semana, voluntariamente, sem assessores, sem comissões, sem TV, FM, nada disso serve para nada.
Faríamos uma estrutura com funcionários poucos, ágil, operante e pronto, enxuta ao máximo. 
Assembleias idem. Congresso Nacional pode funcionar de maneira enxuta também. 
Tribunal de Contas só com técnicos, nada de apaniguados, cheios de comissionados. 
Precisamos reduzir tudo, extinguir, decapitar a máquina que nos tortura e mata.
Que situação, rapaz...

A gente vai pagar um boleto de mais de cinco mil, o banco não deixa. Temos que ir lá pedir a bênção. 
Vamos sacar mais de mil, a máquina se aborrece e não deixa, pensa que não temos essa grana ou que estamos querendo surrupiar. 
Aí João de Deus mete a mão onde não deve e do dia para a noite retira 35 milhões de suas contas para gastar com advogados ou numa fuga. 
Esse cabra é um mão fina danado.
Que situação, rapaz...

 

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