o espaço das minhas coisas

Sábado, 15 de Junho Que Situação por Flávio Rezende

Que situação...

O sindicalismo brada por direitos e não fala em gerar riqueza.

Seus próceres entoam mantras compartilhados por políticos que buscam unicamente espaço para atacar o butim, e manter suas estruturas eleitorais. 

Observando os que temos percebemos medíocres caçadores de dinheiro, enfeitiçando funcionários públicos e trabalhadores com promessas vagas e recolhendo impostos para pautas pobres em efetividade. 

Gastam seus neurônios carcomidos pelo câncer esquerdista atacando o liberalismo, achando que riqueza é distribuir migalhas e chamar os meios de produção de capitalistas e exploradores do povo, esquecendo que dinheiro não nasce da terra e não se produz sem esforço e muita ousadia.

Preferem nadar na lama da irresponsabilidade fiscal, gastando o que tem e o que não tem, para formar rebanho, afogando o País na recessão e na crise,  posando depois de vítimas, quando na verdade disseminam as inverdades dos larápios de plantão, criando a ilusão dos recursos inexistentes para atendimentos de reivindicações sem fim.

Fácil posar de estar ao lado do povo, difícil é o povo entender que para compartilhar direitos, primeiro é preciso a gravidez do capital. 

E os políticos da esquerda, ávidos pela parcela iludida da população desavisada, navega nessa maré insana, com seus capitães nauseabundos. 

Capitalismo selvagem é o mantra dos sindicalistas vagabundos.

Até quando uma ruma de passageiros ainda estará apoiando esses falsos e medíocres almirantes de naus desgovernadas?

Que situação, rapaz...

A esquerda tenta a todo custo e com oxigênio universitário e sindical tornar questões políticas setoriais em revoluções. 

Não está conseguindo, reforçando a tese que suas bandeiras estão encardidas e seus devotos apenas alimentados por eventos pra treino da voz e empoderamento de álbuns revolucionários em Facebook e Instagram.

A educação não está ameaçada, apenas contingenciada, podendo o alunado recorrer ao professor Lula que dava aulas sobre isso ao seu tempo. 

Os professores podem exercer a memória desenterrando medidas de Dilma, que a seu tempo teve igual iniciativa. 

Quanto a previdência Lula reformou e reafirmou necessidade de continuar reformando, foi referendado por Dilma. Estivessem no poder, estariam fazendo e os bovinos ruminando pacificamente o capim ofertado. 

A reforma será aprovada, educação descontingenciada, com a esquerda inventando novas palavras de ordem para manter o CarnaLula ativo e a sua sobrevivência nesse nicho populacional vivo. 

É o jogo democrático e natural. 

Que situação, rapaz...

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