o espaço das minhas coisas

Sexta, 18 de Janeiro Que Situação por Flávio Rezende

Que situação...

Leio aqui que a Federação dos Municípios do RN vai contratar uma assessoria para ver como cobrar mais impostos e evitar sonegação.

Todo mundo sabe faz tempo, que prefeitos adoram viajar para Natal, com diárias que cobrem até fins de semana.

Em Brasília telefonar para saber algo não resolve, tem que pegar um avião e passar uma semana lá visitando amigos políticos e ver um processo que está disponível pelo sistema.

Não sei se essa assessoria vai mostrar que dinheiro tem, falta gastar com o povo e não com passeios ao Midway e ao lago Paranoá.

Que situação, rapá...

Assisto agora na TV um secretário falando em desenvolver o RN. Quer criar câmaras setoriais, chamar universidades, visitar outros estados. 
Pelo que entendi gastaremos muita grana com passagens, diárias, seminários, palestras, consultorias e continuaremos na mesma.
A única coisa concreta que disse foi elogiar uma empresa de camarão. 
A iniciativa privada funciona. A estrutura pública gasta e adora mimimi e cafezinho. 
O governo ajudaria muito diminuindo quase até sumir.
Não atrapalhar também ajudaria.
A realidade aqui já foi devidamente catalogada, exposta, dissecada e tornada pública desde que os primeiros governos começaram. 
Não precisamos de câmaras setoriais, diagnósticos, precisamos fazer sumir o Estado, esse sim, o grande inimigo, gastador, ineficaz, loroteiro.
O Estado deveria ser apenas uma espécie de máquina de arrecadar e pagar a iniciativa privada para tocar a saúde, educação, segurança etc. 
Tudo isso feito pela inciativa privada teria mais eficiência e serventia para o povo.
Que situação,rapaz...

Atenção colegas ninguém está sendo obrigado a ter arma em casa e quem se habilitar será para proteção. 
Ou preferem deixar os bandidos livres para entrar, roubar, estuprar e matar?
Parece que temos muitos simpatizantes de bandidos com maquiagem de humanistas. Qualquer ato para enfrentar a malandragem, correm logo para se posicionar contrariamente. 
Digo sempre que estamos em guerra. Os altos índices empoderados nos últimos 13 anos não pedem passeatas, manuais, cartilhas. 
A situação é crítica, pede enfrentamento com as mesmas armas. 
Que situação, rapá...

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