o espaço das minhas coisas

Quarta, 12 de Fevereiro Que Situação por Flávio Rezende

Que situação, rapá...

A questão da violência tem muitas nuances. Assistimos quase que diariamente em todos os seus espaços midiáticos, a Rede Globo condenar de maneira subliminar, ações policiais nas comunidades, sempre destacando as mortes de inocentes, as falhas da ação militar, dando vez e voz para as famílias que perdem os seus. Nenhuma pessoa sensata, apoia ação deliberadamente violenta, com intuito de matar preto, pobre, favelado. Isso se ocorrer é numa minoria repugnante.

A atenção da mídia correta em mostrar as vítimas da guerra, peca em não deixar claro que a ação policial ocorre pelo fato da bandidagem circular pelas comunidades com armas proibidas, traficar substâncias não legalizadas, estuprar adolescentes, recrutar menores, comprar adesão popular com transporte para funerais, cestas básicas, pequenos favores, todos feitos com interesse protecionista e financiados com a morte de muitos pela manutenção desta rede criminosa. Quando partidos de esquerda fazem opção por condenar a intervenção policial, mesmo com falhas e vitimizações decorrentes de ações, não entendem que a ação policial é decorrente da ação criminosa, e não uma decisão deliberada.

Não seria mais cômodo para a estrutura policial não arriscar a morte dos seus quadros, ficar na moleza administrativa, usufruir de passeios pela orla observando as boas bundas que o verão oferta em tangas minúsculas e quase inexistentes? Por qual motivo a esquerda e a Globo não se posicionam ao lado das vítimas das inconsequências dos bandidos, não formam posição de que a maneira como agem, formando poder apócrifo, exercendo liderança nefasta, fomentando usufruto de drogas, escravização infantil, prostituição etc, são coisas negativas?

Hoje fui a um aniversário em Mãe Luiza. Estava lotado. Ouvi do aniversariante o tempo todo loas a Deus, revelou amor pela esposa, família, as pessoas vibravam. Fiquei olhando e percebi a força das igrejas evangélicas nas comunidades, as pessoas que trabalham, oram, valorizam coisas legais, não apoiam bandidos, apenas temem, calam, pois são reféns.

Quando a mídia e a esquerda no lugar de procurar essas pessoas, que são a imensa maioria, para a revelação de suas ansiedades, busca vítimas de ações policiais, se colocam na contra-mão do bom senso, da verdade. Vítimas de ações policiais devemos lamentar muito e punir profissionais preconceituosos, raivosos e violentos, mas é preciso ter ciência e consciência da verdadeira situação e se posicionar de maneira correta.

Observando aquelas pessoas, vendo como se comportam e pensam, pensei, a esquerda com essa identificação constante com a bandidagem, defendendo legislação leniente, com um papo sempre pró manos, apoiando uma cultura de muita licenciosidade com promiscuidade e obscenidades travestidas de arte, perde contato com o povo, imensa maioria brasileira, esquerda com suas teses assim virou minoria, e desaparecerá, existindo caso continue assim, nos guetos universitários, como uma tal de resistência, não ao que o povo quer, justamente, resistência ao popular, pois a esquerda caminha para resistir a ser o que a população quer, a esquerda quer ser o que ninguém mais quer ser.

Fazer o quê? Que situação, rapá...

 

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