Sexta, 27 de Abril Meus escritos por Flávio Rezende

Quem pede...

Tenho tido alguns probleminhas com petistas devotos, pessoas até amigas, que ao ler comentários verdadeiros sobre Lula, ficam enlouquecidas, enfurecidas, ao ponto de passar a me atacar de todas as formas.

Um pseudo jornalista local, que acorda já mandando gente tomar naquele lugar, como hábito, andou espalhando por ai que sou o cão chupando manga e um falso benfeitor.

Esse se lascou coitado, como não faço o bem para ganhar cargo público - como ele, nem tampouco para me eleger, suas acusações ficam no pântano do aterro sanitário que ele divide com seus seguidores, ávidos pela desconstrução de pessoas de bem, que tenham unicamente o pecado de mostrar Lula como ele realmente é.

Estes dias, apareceu outro, que soma sua insanidade a de alguns mais, dizendo que meus livros são lixo e citando uma ruma de autores locais, estes sim, segundo o grande leitor, merecedores de todas as glórias.

Não preciso dizer que os autores que ele ama e venera, rezam todos na cartilha do Santo do Guarujá e sabem de cor e salteado o Pai Nosso do Detento.

Este pessoal já virou um segmento, um recanto, um espaço, uma minoria. Seus Facebooks são oásis, nem eles mesmos curtem as doidices que postam. Uma petista roxa, semana passada, disse que o triplex chinfrim, caso tivesse sido vistoriado, não teria proporcionado a condenação de Lula. Santa paciência com esses devotos.

Este que chamou meu trabalho literário de lixo postou uma convocação. Quem acha que Lula deve ser solto escreva EU. Nem ele mesmo escreveu e o post ficou na órbita do vácuo, zero EU. Nem curtida teve.

O mantra também é dizer que tenho ódio, pois como gosto de cultura oriental, posto coisas de Sathya Sai Baba, Osho e Gautama - além de apreciar fazer ações humanitárias, então não posso ter opinião política e devo me referir ao Santo do Guarujá como divindade, evitando expor o capo como canalha, ladrão, usurpador, coveiro da esquerda, pá de cal do PT ou chefe de organização criminosa.

Estão perdendo tempo. Na verdade a solidão dos seus espaços deprime. O meu é animado, vivo e onde a razão, está presente. Lamento almas tristes. Passar bem.

COMPARTILHE