o espaço das minhas coisas

Sexta, 04 de Outubro Bafafá por Urtigão Pimenta

Reflexão de Urtigão Pimenta

Deu a louca no Brasil? 

Deu não! Deu a louca em uma ruma de analistas políticos, jornalistas e cronistas, outrora useiros e vezeiros de uns trocadinhos de verbas públicas, que agora navegam sem rumo e sem bússola em meio a uma tempestade por eles criada e se apegam a todo e qualquer trejeito que o presidente diga, faça, fale ou pretenda, na tentativa de se manterem na mídia. Acho até que as academias que costumam premiar pessoas e agências de propaganda, deviam premiar Bolsonaro com o troféu de maior alavancador de currículos em declínio, porque basta tirar uma onda com o presidente para se apegarem em uma lasquinha de tábua de salvação. Em 2017, mesmo ano em que Janot pensou em dar cabo da vida de Gilmar e consequentemente da sua própria, no que seria um ato extremo para tirar a honra de uma filha a limpo, em Natal um servidor da justiça atirou em dois procuradores, um deles procurador-geral, do Estado do Rio Grande do Norte, dentro da sede do órgão, e entre os defensores e compreensivos do ato, estavam muitos dos atuais jornalistas, analistas, cronistas e pitaqueiros, os mesmos que hoje botam lenha na fogueira se avexando em defender Mendes e acusar o Bolsonaro, que naquele ano era um mísero, infeliz e, segundo os mestres das redações, já derrotado candidato a presidente, de ser o estopim do pensamento criminoso/suicida do Janot. O ex-procurador da república hoje é tratado de louco, emocionalmente instável, descompensado apenas por um dia ter ocupado a mente com pensamentos criminosos e não cumpridos. O atirador da procuradoria do RN é tratado nos textos e matérias de jornais, como incapaz, e se alguém tem culpa esse alguém é quem recebeu os balaços. As balas do RN foram de verdade, assim como foi uma certa facada nos terreiros de Minas, mas as balas do STF foram apenas imaginações e nada mais. Agora um aviso aos marmanjos: Cuidado quando pensar em alguém naquelas horas que o coração acelera e nem inventem de cantar aquela musiquinhas, "...É Mariquinha, é Maricota, é com a direita, é com a canhota...", pois se o Kojak souber, manda a PF confiscar o "material" e nunca mais você poderá passar nem perto da intencionada. 

 

 Urtigão Pimenta, um piolho chato

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